Mídias Sociais: uma revolução

Quando a internet surgiu, nos anos 1990, a interação do usuário com os aplicativos era totalmente nova, mas ainda pouco colaborativa. As pessoas se conectavam para acessar conteúdo, descobrir novas informações, baixar softwares e se comunicar por meio de emails.
Com o tempo, houve uma evolução na forma de interação dos internautas com os aplicativos. Num movimento batizado de Web 2.0, as pessoas começaram a deixar de ser passivas diante da nova tecnologia, como o faziam com suas TVs e rádios, passando a ser protagonistas.
Um grande impulso para esta mudança de mentalidade e atitude foi o surgimento das mídias sociais, que rapidamente se espalharam pelo mundo com uma velocidade impressionante. Enquanto o rádio demorou 38 anos para atingir 50 milhões de usuários, o Facebook agregou 200 milhões em apenas um ano.
O que as mídias sociais possibilitaram foram novas formas de comunicação e expressão que antes estavam represadas. Hoje, qualquer um pode ter seu próprio jornal (um blog, como este), saber o que acontece no mesmo instante (no Twitter), acompanhar o que seus amigos estão fazendo (no Facebook) ou atualizar seus contatos profissionais (no Linkedin).
Esta nova forma de interagir com a internet muda a maneira como as empresas se relacionam com seus clientes. Antes, a comunicação era de via única, não havendo uma preocupação muito grande com o feedback dos consumidores. Somente por meio de instrumentos formais, como pesquisas ou SAC, eram conhecidas as percepções, o que ocorria apenas em momentos bem definidos.
Hoje, milhares comentam sobre produtos e marcas, avaliam o tempo inteiro o serviço a que foram expostos e postam tudo na internet, de forma pública, para todos verem. E o meio mais comum para isso são as mídias sociais.
Ou seja, ignorá-las já não é mais uma opção. Será determinante, daqui para a frente, entendê-las e usá-las a seu favor, estabelecendo um diálogo com seus consumidores, de forma a deixar a relação mais transparente e confiável. As mídias sociais, portanto, vieram para modificar a esta relação e quem souber sair na frente, terá uma vantagem considerável.
Confiram o vídeo abaixo que exemplica muito bem a revolução das mídias sociais:



Inspirado na Web 2.0, surgiu nos EUA a
Após esta etapa, o produto entra oficialmente no processo de desenvolvimento, devendo passar por algumas etapas: avaliação do produto, pesquisa, desenho industrial, nome, tagline (assinatura) e logo. Todas elas são colaborativas, sendo possível deixar sua opinião ou sugerir alterações.
2) Pen Zen – Organizador de canetas
3) Scratch & Scroll Mousepad – Mousepad no qual se pode escrever
Sabe aquela palavra que você sempre quis saber como se pronuncia e não tinha para quem perguntar? O site
Existe uma regra clássica em administração que diz que um cliente satisfeito conta sua experiência para três pessoas em média e, por outro lado, um insatisfeito conta para dez, mais ou menos. E se fosse possível atingir 5 milhões de pessoas?
Em julho de 2009, o primeiro vídeo foi colocado no ar com o nome sugestivo de “United Breaks Guitars” (A United Quebra Violões). Apenas três meses depois, já alcançou mais de cinco milhões de exibições e 22 mil comentários, correndo o mundo inteiro. O segundo vídeo, colocado há apenas duas semanas (no dia 17 de agosto), já atingiu mais de 300 mil exibições.














