Branding em chocolates
A francesa zChocolat criou um novo conceito de como vender chocolates: não é apenas mais uma chocolateria, mas uma experiência bastante bem pensada de branding, mostrando que é possível aplicar o conceito para qualquer tipo de negócio.
Vendendo exclusivamente online, a empresa possui um site cuidadosamente feito e muito bem produzido, contendo imagens que saltam aos olhos, assim como cores e fontes que remetem ao seu caráter exclusivo. Os chocolates são assinados por Pascal Caffet, considerado um dos melhores conhecedores do assunto, que criou 15 receitas variadas para todos os gostos: chocolate praliné, com maracujá, amargo ou até com rapsberry (entre vários outros). Cada chocolate é numerado, remetendo a uma das receitas, podendo-se comprar kits com apenas um dos tipos ou com vários deles.
A experiência com o site é bastante interessante, principalmente pela sua flexibilidade. Pode-se comprar escolhendo uma ocasião (namorados, por exemplo), por caixas já pré-definidas ou fazer uma personalização completa. A facilidade com que se monta a seleção dos chocolates é bastante grande, assim como as opções para deixar a compra personalizada. É possível, por exemplo, gravar o nome da pessoa que se quer presentear na caixa de chocolate, escolher a mensagem do cartão, a cor do papel de embrulho, entre várias outras opções.
Além disso, as fotos e descrições dos chocolates são de dar água na boca, não se sabendo qual deles que se deve escolher. O cuidado com que se tomou para desenhar o site impressiona, principalmente pela qualidade das imagens. Um dos poucos poréns, no entanto, é o fato do site abrir outras páginas cada vez que se clica num link diferente (algo que é muito fácil de se resolver, o que não representa um erro grave de forma alguma).
E não só o design e navegabilidade do site que são bem-feitos (o que não seria suficiente, convenhamos), mas também a experiência da compra em si. Ao se fazer a ordem de compra, a zChocolat avisa sobre o prazo de entrega e de quando o pedido estará pronto para ser enviado. Há um zelo especial com a remessa, sendo que a empresa envia diversos emails com o status atualizado da sua compra.
Eu mesmo pude testar o site, já que fiz um pedido que deveria ser entregue no exterior. A minha experiência foi bastante positiva: enviaram meu pedido antes do prazo estimado (aqui houve um bom gerenciamento de expectativa do cliente, já que não me foi prometida uma data muito curta) e a entrega também foi feita antes da data estipulada. E, ainda por cima, eu havia feito uma personalização, o que, em teoria, tornaria o processo mais complexo.
Como pontos negativos da zChocolat, o principal deles é a relação custo-benefício. Por se tratar de chocolates de luxo, os preços são bastante elevados e cobrados em euros. Mas este para mim não foi o pior defeito. O que mais me chamou a atenção foi ver o tamanho da caixa e dos chocolates quando me deparei com eles ao vivo. Minha impressão é que fossem grandes, o que justificaria o preço que havia pagado. Porém, esta foi minha maior decepção, já que eram pequenos e delicados, o que não se tem a devida percepção ao se fazer a compra pelo site.
Mesmo assim, acredito que a experiência como um todo é válida e que a zChocolat faz um ótimo trabalho de marketing e de branding, tornando única a interação com o consumidor. Em suma, pode ser uma boa alternativa para um presente para uma ocasião especial, principalmente quando se quer impressionar.









Os jogos são bastante criativos. Em um deles, quanto maior for a força de seu jato de urina, mais rapidamente uma parede com grafite é limpa. Em outro, compete-se em um ringue de sumô contra o jogador anterior. A lógica é a mesma: se a força de sua urina for maior do que a do seu oponente, ganha-se a partida, jogando-o para fora da tela.
Mesmo assim, este tipo de ativação da marca deve ser avaliado criteriosamente antes de ser aplicado fora do Japão. Para algumas culturas poderá soar como algo bizarro e de mal gosto, ao ponto que em outros países, como no caso do Brasil, poderá se mostrar como algo bastante divertido e inesperado.



A solução da agência foi explorar o fato do ketchup ser cultivado e plantado, mas não feito de forma artificial. A partir deste insight, criou-se o slogan: “grown, not made” (cultivado, não produzido). Foi uma forma inteligente de renovar a marca e de chamar a atenção do consumidor para um atributo importante do produto. Foram feitos, a partir deste conceito, várias peças publicitárias, explorando o fato de que “ninguém cultiva ketchup como a Heinz” (”no one grows ketchup like Heinz“).






Em São Paulo, por outro lado, diferente do que ocorreu na cidade sul-africana, é comum haver troca de logos a cada uma das administrações que passam por aqui. Existe, é claro, o símbolo oficial da
A única vez que foi feita uma iniciativa neste sentido foi quando houve a comemoração dos 450 anos da cidade de São Paulo, em 2004. Naquele ano, criou-se um logo que foi largamente utilizado e divulgado. Porém, como se tratava obviamente de uma comemoração pontual, foi devidamente descartado após o final da festa.